
Nossa quantas voltas o munda dá... e quantas coisas vêm de locais inesperados.
Novamente chega o momento de esconder -se
De esconder as essências.
Cruzar os grandes portões e fecha-los,
Vestir novamente a armadura,
Proteger o que há de verdadeiro.
Guardar no lugar mais seguro
Tudo o que um dia fez parte do futuro
Guardar tudo que se faz fruto.
Proteger o que hoje é fraco
Fortificar apenas o que tiver raiz
Desconfiar
Eliminar as pragas
Cultivar até chegar o momento certo.
Novamente se faz necessário mentir
Ocultar as verdades
Protegê-las de um presente com solo infértil
Protegê-las de desgastes
E trata-las com carinho Ainda chegará o momento de sair
De preparar o ambiente
“Com a roupa limpa, a casa em ordem”
Semear o que foi cultivado
E lembrar que só a essência permanece
Só o que é de verdade não muda
Não tendo importância as adversidades
Só a verdade sobrevive às tempestades
A duvida
A ilusão
A fantasia
E principalmente o que há de ruim nesse mundo.
As pragas sempre virão
Mas o que determinara o desfecho
É a verdade
É a dedicação com que tudo foi cultivado
É a atenção que é dispensada
É o cuidado que se tem com o ser amado.

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